Resenha - Star Wars: Lordes dos Sith

Olá leitores, tudo certo?

No ano pré-histórico de 2016, quando não havia quase cem livros no universo canônico de Star Wars, eu tive a coragem produzir dezenas de imagens resumindo os pontos mais importantes do universo para o lançamento de Rogue One. Um desses pontos é o livro Lordes dos Sith, cuja resenha vocês lerão a seguir.


~SPOILER; SPOILER; SPOILER. VOCÊ FOI AVISADO~

O que eu posso dizer sobre esse livro? Simples: perfeito. Não existem palavras para descrever a genialidade desse livro. Então, vamos começar com a história. O livro começa com Darth Vader sendo badass. Tudo que você não o viu fazendo na trilogia original – como conquistar sozinho uma nave inteira, sendo que para chegar lá, ele bateu com a própria nave em uma rachadura, sobreviveu ao vácuo do espaço, pousou praticamente sem dobrar o joelho e imediatamente ligou seu sabre de luz. Esqueça a luta entre ele e Obi-Wan no primeiro filme que mais parecia dois velhos se cutucando.

Neste livro temos o Darth Vader dos nossos sonhos.

Então, descobrimos que a nave que ele acabou de massacrar pertence ao grupo de rebeldes do movimento Ryloth Livre – mas eles não fazem parte da aliança rebelde, longe disso, eles querem apenas que seu planeta, Ryloth, seja independente do resto da galáxia. Este grupo é liderado por Cham Syndulla, um personagem que já apareceu em The Clone Wars e em Rebels, e é ninguém menos que o pai de Hera.


Após verem seus amigos destruídos daquela forma, Ryloth Livre descobre que o Imperador e Vader estão vindo para Ryloth, em uma missão diplomática. Vendo a oportunidade, o grupo inicia um ataque assim que a nave Perigo, o super-destroier estelar do Imperador, entra no sistema, derrubando a nave, mas os Lordes Sith escapam e caem no planeta, onde se inicia uma verdadeira caçada contra eles.


O livro também conta com um pouco de política, que tem só a acrescentar e deixar a história mais interessante, e não saturada, como acontece em alguns filmes ~cof cof, prequels, cof cof. Ela gira em torno de Delian Mors, a moff de Ryloth, e do coronel Belkor, seu segundo em comando. Após a morte de sua esposa, Mors isolou-se em uma das luas do planeta e deixou todos os cuidados e assunto de Ryloth nas mãos de Belkor, envolvendo-se apenas quando necessário.


Ele, porém, passa a vê-la como preguiçosa, relapsa e desinteressada dos problemas que ele tem que resolver diariamente. Belkor, então, passa a fazer pequenos acordos com Cham e o movimento Ryloth Livre, de modo que ele pudesse destronar a moff e tomar seu lugar. Em Lordes dos Sith, nós vemos o ápice de sua traição, ele envolve-se até o pescoço com os traidores e sofre as consequências disso.


O que mais achei interessante neste livro é que ele não se trata de uma luta entre o bem e o mal – mesmo nós sabendo que Vader e o imperador são do mal. Ryloth Livre não é exatamente um movimento bom, pois matam qualquer um que seja parte do império, soldado ou não, armado ou não. Ao mesmo tempo, a narração faz você torcer para Vader e para Cham ao mesmo tempo; você sabe que os Sith não serão capturados, mas torce para que sejam. E também, torce para que os Sith consigam escapar. É uma verdadeira loucura de sentimentos!


Se você, meu querido leitor, for fã de Star Wars, não perca mais tempo. Vá até a livraria mais próxima e adquira um exemplar, ou você vai perder uma das melhores demonstrações de poder de Darth Sidious. E também uma grande e incrível história deste universo espetacular.


Vocês já leram Lordes dos Sith? Se sim, o que acharam? Deixem nos comentários!

Um forte abraço e nos vemos em breve,

Leandro Zapata

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