Resenha - Into the Dark, de Claudia Gray

Olá leitores, tudo certo?

Seguindo nossas leituras da Alta República, chegamos a Into the Dark, um livro para jovens-adultos que está nesta linha de Star Wars. Se você não conhece este incrível projeto de publicação, aconselho ouvir nossos episódios anteriores sobre eles.


Hoje, faremos a resenha de Into the Dark, por Claudia Gray.

O Padawan Reath Silas recebe a notícia de que será obrigado a deixar Coruscant – e seu preciso Arquivo no Templo Jedi – para servir sob tutela de sua mestra, Jora Malli, que fora designada como líder e supervisora da Estação Espacial Starlight.


A bordo do cargueiro substituto que o levará até estão, junto aos mestres Orla Jareni e Cohmac Vitus, além do Cavaleiro Dez Rydan. Reath não consegue aceitar a ideia que vai para o lugar mais afastado da galáxia. No entanto, durante o caminho acontece o Grande Desastre – e os eventos do livro The Light of the Jedi – que os encalha em uma antiga estação espacial de uma civilização extinta.


Junto a eles, um largo grupo de refugiados, alguns deles, não tão inocentes quanto imaginamos.


Depois de finalmente colocar ordem na casa, os Jedi descobrem quatro estátuas pertencentes ao Lado Sombrio da Força, as quais decidem levar e selar no templo de Coruscant, para garantir que não caia em mãos erradas.


SPOILER ZONE

Todavia, eles não sabiam que essas estátuas selavam um grupo sombrio de drengirs, uma forma de vida ciente vegetal capaz de se movimentar além de suas raízes, cujo propósito é dominar a galáxia. Quando as estátuas foram tiradas dali, estes novos e perigosos vilões – que estão conectado ao Lado Sombrio – passão a se tornar uma nova ameaça para Alta República.

Ao fim do livro, estes mesmos Jedi retornam para a estação e tentam, mais uma vez, selar aqueles drengirs, apesar do estrago já estar feito.


Apesar de ser um livro escrito apenas para introdução deste grupo de vilões – que não são exatamente os mais bem desenvolvidos –, Into the Dark é, em seu núcleo, uma história sobre personagens. Sobre cada um deles, apesar de muitos.


Pouco a pouco, nós vamos conhecendo a cada um deles, seus conflitos e desejos; todos eles têm uma razão plausível para estar ali e, ainda, para voltar. Todos são únicos entre si e bem-desenvolvidos, apesar de uns serem mais aprofundados e outros não.


Meu favorito é Dez Rydan, um rapaz charmoso e cheio de vida. Sempre buscando aventura.


Ao contrário do que já ouvi entre os fãs, Into the Dark é uma leitura obrigatória para quem está a fim de mergulhar ainda mais fundo na Alta República e seus coloridos personagens. Recomendo também para os fãs de ficção cientifica e fantasia. Por si só, é uma história sensacional.


Dou a este livro 4de5 Týrs.

Um forte abraço e nos vemos em breve,

Leandro Zapata

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