Entrevista com Diego Canuto

No dia 17/08, como sabem, será a SevenCon! Durante o evento, teremos um bate-papo com alguns autores convidados. Para conhecê-los melhor, uma série de perguntas foram feitas a todos eles!

Venham conhecer Diego Canuto, autor de As Sombras de Arkron!

P: Como você se mantém inspirado? Você tem algum autor ou autores quem você sempre lê?

R: Eu sempre digo que surgem insights em minha mente e daí surgem as ideias, pode ser uma música, uma imagem, filme, até uma frase que eu escuto já me faz imaginar a narrativa. Dentro do gênero fantástico e terror leio de tudo como Tolkien, Leonel Caldela, Lovecraft, King, entre outros.


P: Como costuma ser o seu local de escrita? Além do óbvio, há algo de diferente ou incomum em sua mesa de trabalho?

R: Eu gosto de escrever no meu sofá na sala, não vejo nada de diferente na minha mesa de trabalho e sim na minha cabeça rsrs


P: Você prefere silêncio ou algum tipo particular de música quando escreve?

R: Sempre escrevo com música, pode ser uma playlist ou etc, mas na maioria das vezes eu escuto a mesma música em looping durante toda a escrita.


P: Como você se organiza para um dia produtivo?

R: Não gosto de ter essa “obrigação” de datas para escrita, quando sinto feeling eu deixo fluir e escrevo, esse é um dia produtivo pra mim.


P: Você mantém uma programação de escrita rigorosa?

R: Não, mas também não gosto de ficar muitos dias sem criar nada.


P: Quanto/as tempo/palavras você precisa escrever até achar que concebeu algo?

R: Vai muito do trabalho que estou produzindo.


P: Algum autor influenciou você mais do que outros?

R: Sim, Terry Brooks .


P: Quem são seus escritores favoritos?

R: Terry Brooks, Tolkien, Leonel Caldela, King, Lovecraft e Neil Gailman.


P: O que motiva você como escritor?

R: Ter a oportunidade de viver diversas aventuras.


P: Você costuma ler tudo antes e só então escreve, de uma vez?

R: Depende muito do texto que estou criando, mas sempre tento testar novas formas de escrever.


P: Você vai escrevendo na medida em que lê ou espera acumular fichamentos e notas?

R: Como disse anteriormente, depende muito da estratégia que planejei, pode ser por roteiro ou só sair escrevendo.


P: Que conselhos você daria a um jovem escritor?

R: Leia muiiiiito.


P: Como você desenvolveu suas habilidades de escrita?

R: Sempre gostei de ler e já tinha a imaginação muito fértil na infância, quando cresci só coloquei no papel.


P: Qual dos seus textos deu mais trabalho para escrever?

R: Acho que o As Sombras de Arkron, por seu meu primeiro romance.


P: O que você faz para recarregar as baterias? Qual a sua maneira favorita de passar um dia de folga?

R: Eu gosto muito de estudar rsrs Tecnologia, escrita, desenho, qualquer coisa.


P: Quais foram alguns dos seus desafios mais difíceis na vida de autor?

R: Acho que foi dar o primeiro passo em mostrar para o público meus textos.


P: Você tem algum ritual incomum associado ao seu processo de escrita?

R: Não que me lembre.


P: Você costuma escrever em conjunto com outros autores? Como isso funciona para você?

R: Já tentei, mas foi uma péssima experiência.


P: Quem são as primeiras pessoas a ler seus escritos antes de enviá-los para publicação?

R: Tenho duas amigas que são minhas betas desde que comecei nessa vida literária.


P: Você mantém um leitor ideal em mente quando escreve?

R: Não.


P: Como você escolhe os temas para suas histórias?

R: Escolho pelas ideias que surgem... Por exemplo, uma palavra em um refrão de uma música me da a ideia para um título que desenrola uma cena e por aí vai.


P: Como você desenvolveu um estilo pessoal?

R: Acho que foi na maior parte herdada da literatura fantástica em geral, dos games e do rpg de mesa.


P: O que você faz quando se sente travado?

R: Por incrível que pareça nunca tive bloqueio, talvez seja porque eu escrevo só quando tenho vontade, sem obrigação.


P: Você prefere ter vários projetos acontecendo ao mesmo tempo?

R: Gostaria, mas não tenho muito tempo disponível hahahah então sempre foco em um de cada vez.


Saiba mais sobre evento aqui.

Um forte abraço e nos vemos em breve,

Leandro Zapata

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