Entrevista com Beatriz Santos

Olá leitores, tudo certo?

No dia 17/08, como sabem, será a SevenCon! Durante o evento, teremos um bate-papo com alguns autores convidados. Para conhecê-los melhor, uma série de perguntas foram feitas a todos eles!

Venham conhecer Beatriz Santos, organizadora da antologia Admiráveis Mulheres e autora do conto A Dama do Fogo!

P: Como você se mantém inspirado? Você tem algum autor ou autores quem você sempre lê?

R: Depende do meu estado interior, quando estou em lugares calmos as inspirações fluem.


P: Como costuma ser o seu local de escrita? Além do óbvio, há algo de diferente ou incomum em sua mesa de trabalho?

R: Não, gosto de escrever em lugares inusitados por exemplo gosto de escrever no ônibus, geralmente não tenho um ritual para isso.


P: Você prefere silêncio ou algum tipo particular de música quando escreve?

R: Gosto dos dois, mas gosto muito de músicas alegres.


P: Como você se organiza para um dia produtivo?

R: Tudo depende do meu humor, mas geralmente eu arrumo a casa antes e depois me sento pra escrever ou ler.


P: Você mantém uma programação de escrita rigorosa?

R: Estou me adaptando a isso.


P: Quanto/as tempo/palavras você precisa escrever até achar que concebeu algo?

R: Para ser sincera nunca percebi isso, mas acredito que por volta de 5 mil caracteres.


P: Algum autor influenciou você mais do que outros?

R: Um amigo em comum me incentivou a escrever.


P: Quem são seus escritores favoritos?

R: Não tenho escritores favoritos, tenho obras favoritas.


P: O que motiva você como escritor?

R: Ouvir um “gostei” já deixa meu dia mais colorido.


P: Você costuma ler tudo antes e só então escreve, de uma vez?

R: Sim e não, eu geralmente faço uma pesquisa antes e depois começo a escrever, caso eu tenha alguma dúvida eu volto na pesquisa de novo, ou refaço a pesquisa com outros passos.


P: Você vai escrevendo na medida em que lê ou espera acumular fichamentos e notas?

R: Vou escrevendo sempre que leio.


P: Que conselhos você daria a um jovem escritor?

R: Não desanime, o caminho é estreito. Porém não significa que não conseguiremos trilhar.


P: Como você desenvolveu suas habilidades de escrita?

R: Eu acredito que não sei tudo, e a cada dia posso aprender mais.


P: Qual dos seus textos deu mais trabalho para escrever?

R: O primeiro texto que escrevi, foi meu primeiro passo e acredito o mais difícil.


P: O que você faz para recarregar as baterias? Qual a sua maneira favorita de passar um dia de folga?

R: Eu assisto filmes ou séries variadas, ou seja, de títulos não relacionados ao que quero escrever. Depois retorno para o assunto do título assisto ao relacionado, ouço música. E depois flui.


P: Quais foram alguns dos seus desafios mais difíceis na vida de autor?

R: Ainda é um desafio para mim, ser conhecida. Sou autora iniciante e ainda não atingi um público ainda.


P: Você tem algum ritual incomum associado ao seu processo de escrita?

R: Manter a mente vazia sem pensar em outras coisas.


P: Você costuma escrever em conjunto com outros autores? Como isso funciona para você?

R: Não, geralmente escrevo sozinha.


P: Quem são as primeiras pessoas a ler seus escritos antes de enviá-los para publicação?

R: Amigos.


P: Você mantém um leitor ideal em mente quando escreve?

R: Algumas das minhas histórias, é pensando nas mulheres. Quero poder tocar elas com essas histórias.


P: Como você escolhe os temas para suas histórias?

R: Eu gosto de me basear em fatos.


P: Como você desenvolveu um estilo pessoal?

R: Desenvolvi meu estilo por aquilo que me atraí, gosto de falar sobre mulheres. Porque esse assunto tem muito o que se falar.


P: O que você faz quando se sente travado?

R: Mudo minha rotina. Tento ver lugares diferentes.


P: Você prefere ter vários projetos acontecendo ao mesmo tempo?

R: Às vezes, porém gosto de terminar o que está mais adiantado.


Saiba mais sobre o evento clicando aqui!


Um forte abraço e nos vemos em breve,

Leandro Zapata

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